segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O bom filho a casa retorna... e com algumas novidades...

Olá nobres amigos que acompanham este blog entregue as moscas.

Com a dimensão do Facebook na sociedade, acabou que muitos textos que seriam interessantes aqui se perderam por aquela rede social. 
Mas o bom filho a casa deve retornar. 

Então, a vida é uma caixinha de surpresas e eu não estaria livre dela. 

Me formei em Administração e tenho orgulho em dizer que sou Administrador (mesmo não estando em dia com as anuidades do meu Conselho – que escreverei mais a frente sobre alguns absurdos). Fiz meu MBA em Gestão de Recursos Humanos e estou tendendo a fazer outros MBA, desta vez em Marketing.

O sonho de todo jovem Administrador é trabalhar numa grande empresa, assumir responsabilidades e consequentemente ser bem remunerado (Geração Y no sangue). 
Contudo como disse acima, a vida é uma caixinha de surpresas e neste meio tempo topei com algo chamado Fotografia. Sim, me tornei Fotógrafo.

Isso me fez, inicialmente, deixar de lado aquele sangue nos olhos por uma planilha, por estratégias de venda, por marketing e tudo mais relacionado à Administração.

Porém com a experiência percebi que Fotografar vai além de apertar um botão, eu tenho uma empresa pra gerir. 
E tendo em vista casamentos nas faixa de 7000,00 iniciais e uma média de 70 eventos ao ano, temos uma monstruosa empresa gerando quase R$500.000,00. (Isso um fotógrafo mediano – ainda não é meu caso).
É meus amigos, mas nem tudo são flores. Antes que achem que todo fotógrafo é rico e nada em dinheiro sem fazer nada.

Hoje eu trabalho numa empresa, nem grande, nem pequena, apenas uma empresa, tenho responsabilidades que nunca imaginei ter enquanto Administrador (o sonho da vida das pessoas) e nem sempre sou bem remunerado...hehehe

Aproveitei meus anos acadêmicos e corporativos para ensinar um pouco do que aprendi para Fotógrafos, e isso tem sido muito proveitoso.

Mas esses dois monstros dentro de mim travam duelos diários e decidi voltar com meu blog para aliviar um pouco a barra.

Espero que vocês continuem curtindo isso aqui...
Afinal é um texto de Administrador para Administrador (será? Tenho minhas dúvidas.)

Vamos com tudo que a inflação vem ai....rsr

Não assinarei mais como Administrador

Romulo Magalhães 
Dono da própria vida e feliz

segunda-feira, 11 de junho de 2012

INSUBSTITUÍVEIS


Há tempos venho ouvindo sobre esse tema, uns dizem que ninguém é insubstituível, enquanto outros afirmam o contrário, todos são substituíveis.
Baseado em uma conversa que mantive com 02 amigas da Pós, cheguei a seguinte conclusão: A substituição sempre será parcial. Pois o substituto pode até fazer o que o substituído faz, mas NUNCA da mesma forma.
Essa minha afirmativa se dá ao fato de entender que cada pessoa é um ser único, dotado de características que o diferenciam dos outros, e por conseqüência tornando a forma de realizar suas atividades singulares.


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Adm. Romulo Magalhães

quinta-feira, 10 de maio de 2012

SALÁRIOS EXTRAS – Absurdos Econômicos

Há tempos vem sendo noticiado na mídia os salários dos nossos queridos e amados parlamentares, que recebem em torno de R$ 20.000,00 mais benefícios, como se ganhar esse salário no Brasil já não fosse um baita benefício.
Além dos ótimos salários, eles ainda recebem 13º como todo bom trabalhador Brasileiro, 14º, 15º e já ouviu relatos de 16º e 17º, sendo pagos três no Natal e dois no Carnaval (como diria Danilo Gentili, gasta-se mais no Natal com a família do que com putaria no Carnaval).
Com a proporção que o assunto ganhou, está sendo votado para ser retirado esses salários extras, enfim uma notícia que muito me agradaria por si só.
Sendo que para a minha tristeza, essa notícia veio acompanhada de uma outra, onde os mesmo que votam para tirar esses benefícios, estão votando para aumentar outros.
Caramba!!! Se tirar R$ 20.000,00 com o nome de salário e voltar R$ 25.000,00 com outro nome, realmente eu não sei o que eu quero.
Hoje ouvindo uma Rádio aqui no RJ (Band News FM), quando noticiado dos cortes, Ricardo Boechat falou algo que abracei com unhas, dentes e talvez daria um olho meu para se ver concretizar.
Pensando bem, daria o olho não, porque o SUS não cobriria uma cirurgia reparadora....kkkk
Eu não me recordo as palavras dele, mas foi algo como (adaptações por Romulo Magalhães): Parlamentares, eu como cidadão Brasileiro, aceito pagar 13º, 14º, 15º e até o 20º salário para vocês, desde que vocês prometam não desviar mais dinheiro público, ou seja, parem de roubar.
Comentei isso com meus amigos, e na sua totalidade fui aplaudido e ovacionado.
Ao invés de criamos CPIs que dão em nada, vamos fazer essa votação, criar um referendo para salários-extras pros sofridos Parlamentares em Contra-Partida do desvio do dinheiro público.
Pelo menos, vamos saber que os recursos estão sendo bem aplicados.
Mas pensando bem, acho melhor deixar assim, porque do jeito que nossos Eletivos são, vão aceitar o pagamento dos salários extras e continuaram a roubalheira que tomou conta de Brasilia.
As vezes a noite, faço a seguinte oração: "Meu Deus, me desculpe, mas acho que o Senhor não fez o serviço completo em Sodoma e Gomorra. Sei que você pode alegar e tacou fogo e tudo mais, mas uma certeza eu tenho, sobrou alguém. Por acaso você olhou pra Brasília? Tem estrutura de Estado, gasta como Estado, mas não é Estado. É Distrito. Sinal claro que está querendo se esconder.
Lá tem todo tipo de pecador, mas são tratados como Deuses. Sinal de ocultações evidentes.
É de lá também que eles conseguem, roubar, matar, enriquecer e cometer outros tantos crimes, mas não chamam de pecado.
Senhor, me ajude?
Vamos supor que você tenha feito um bom trabalho, me explique Brasília?
Bem que você poderia soltar algumas bolas de fogo, neh?
Então vamos acordar o seguinte, se eu conseguir 100 parlamentares honestos, que nunca tenham indicado ninguém para ocupar cargos políticos, que abra mão de algum benefícios e que não seja aliado a Ongs, o Senhor perdoa a Cidade.
Melhor, vamos abrir mão dos benefícios em Ong, se eu conseguir os 100 honestos, que não tenham indicado ninguém para ocupar os cargos, o Senhor perdoa. Ta?
Acho que vai ficar difícil, mostrando que sou um bom Brasileiro, deixa de lado a indicação, se eu conseguir 100 honestos já seria uma boa, daí o Senhor salva.
Ta bom, acho 05 que eu goste e tiro de lá, depois manda fogo...kkkk...
Viu, Senhor, isso para provar que tem algum problema.
E livrai-nos de todo mal."


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Adm. Romulo Magalhães

LEI GERAL DA COPA - Atentado contra a Legistação Brasileira


No início de 2010 um certo professor, ex-gerente da Ambev, atual Inbev, ministrando aula de Adm. de Produção alertou os alunos com a seguinte explanação: "Vocês acham que o xxxxx (presidente da Ambev) é bonzinho? Vocês já prestaram atenção que a Ambev está patrocinando os maiores clubes de futebol do Brasil? Falo para vocês, quando chegar perto da Copa, a legislação será pressionada para autorizar consumo de bebida com teor alcoólico nos estádios, sabem como? Simples, a Ambev vai chegar para o governo e dizer: 'Ou você autoriza eu vender as bebidas nos estádios ou acabo com meu parque fabril no Brasil e levo para qualquer outro país.'. E com isso você terá que arcar com alguns milhares de desempregados solicitando auxílios desemprego, sacando Fundo de Garantia e outros gastos."
Com o que venho acompanhando na mídia, depois de um grande embate (leia-se novela), o governo tende a liberar o consumo de bebidas alcoólicas, não só nos estádios de futebol quanto nos arredores.
Até ai nenhum problema, pois você movimenta a economia e tantos outras bla-bla-blas, o que chama minha atenção neste caso são dois pontos.
1º Realmente meu professor tem uma visão impar dos acontecimentos de mercado, ele relacionou o patrocínio dos clubes de maior representatividade à Copa do Mundo. Analisando de uma ótica trabalhista, mercadológica e econômica.
Fiquei contente de ter tido professores desse gabarito, e sei que fui devidamente preparado.
2º Só quem tem a perder com esse jogo político é o Brasil, eu como cidadão agora tenho certeza absoluta que aquilo que aprendi no passado já não vale mais para os dias de hoje.
Lá atrás eu sempre aprendi que Lei é Lei e não deve ser discutida e sim aplicada.
Com isso estou percebendo que não é bem assim, afinal cadê a Legislação que proibi o consumo durante as competições Nacional, foi esquecida?
Não, apenas foi suspensa durante o período da Copa do Mundo e Copa das Confederações.
O Brasil já tem a "fama", mesmo com seus avanços, de não ser um país sério, e hoje ainda sabemos que até nossas leis podem ser suspensas em determinado período.
Será que quando um representante de país de origem oriental vier ao Brasil poderemos matar nossos cachorros e comer?
Ou quando um Árabe fazer a visita, poderei me casar com mais de uma esposa?
Ou ainda, se um Terrorista aparecer por aqui, eu poderei comprar algumas dúzias de bombas?
Claro que a resposta hoje é não, mas quem sabe na visita destes eu não consiga.


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Adm. Romulo Magalhães

segunda-feira, 26 de março de 2012

CORRUPÇÃO: OS 02 LADOS DA MOEDA.

Tenho acompanhado ultimamente nos noticiários várias denuncias sobre corrupção, pagamento de propina, superfaturamento de licitações, entre outras falcatruas na Gestão do Recurso Público.

Acredito que alguns pontos devem ser levantados:

1)      O Diretor do Hospital é o bonzinho da história?

2)      Porque culpar as empresas pelo erro da Gestão Pública?

3)      As conversas são direcionadas para a propina, como não ofertar?

4)      Superfaturamento não real?

Com base nessas questões analiso o seguinte:

Quem não se lembra de Roberto Jeferson? Ele também não era flor que se cheirasse, mas quiseram deixar ele fora do esquema, ai não dá.

Pensem comigo, eu sou Diretor de uma instituição, qualquer problema que acontece eu sou co-responsável, mesmo que eu não afirme isso.

Como eu vou deixar passar uma imagem de Gestor sem pulso com seus comandados. Isso evidencia que me deixaram fora do esquema e eu como boa vizinha fofoqueira, abri o berreiro.

A empresa está no mercado para se sustentar e ponto, agora se a Gestão Pública não consegue colocar um bom Gestor, porque querer penalizar a empresa?

Outro ponto, eu quero vender meu carro, o valor de mercado é R$ 20.000,00, mas eu tenho certo apego a ele, além de valorizá-lo, com isso o coloco a venda por R$ 100.000,00.

Encontro uma pessoa que aceita pagar R$ 90.000,00, após muitas ponderações eu fecho por R$ 95.000,00.

Depois aparece a família do comprador me chamando de ladrão, estelionatário entre outras afirmações infundadas. Gente, calma ae!! O Carro é meu e eu o vendo pelo preço que achar justo.

Eu comprei minha câmera fotográfica profissional por R$ 1.800,00, as Casas Bahia vende por R$ 5.000,00, o site Submarino.com vende a mesma câmera por R$ 8.000,00, isso mesmo, R$ 8.000,00, e ninguém acha isso ilegal.

Outro ponto é com relação a condução da conversa.

Vamos supor que sou parado numa blitz e o policial vira pra mim e diz: "O que você pode fazer para ajudar eu te ajudar?"

Caraca, o que será que ele esta querendo?

Deixa eu pensar...... Já sei

"Deixa eu orar por você e a sua família seu policial." O policial fica muito feliz e me libera...

Fala serio.

Ele está querendo ser subornado.

Agora eu sou parado na mesma blitz e chamo um policial e digo: "Tem algum jeito de resolvermos isso?"

Ai sim, estou agindo errado.

Tudo bem que em ambos os casos todos estão errado, mas estou querendo dizer que a forma que a conversa é conduzida, traduz o desfecho.

Então, antes da mídia querer condenar as empresas, vamos ver o que está por traz, vamos para de enxergar superficialmente.

As empresas estão erradas em oferecer suborno? Talvez

Mas o Gestor Público que aceita é mais culpado, pois eles que estão onerando os cofres públicos.

 As empresas, apenas oferecem um serviço acima do valor de mercado e compra que quer.

 

Infelizmente os veículos de mídia tida como "livre", estão muito mais em fazer política do que informar a população.

Sinceramente, esse tipo de informação, manipulatória, eu dispenso.

 

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Adm. Romulo Magalhães
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

METRÔRIO, UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO


Olá meus nobres amigos, hoje estou aqui para falar de um problema aparentemente fácil de ser solucionado, mas devido ao descaso dos governantes e/ou má gestão dos Administradores privados, os Brasileiros são "abusados" diariamente sem poderem falar nada.
Vou citar especificamente o problema encontrado no Sistema de Transporte Coletivo Metroviário da Cidade do Rio de Janeiro, em meados de 2010 fiz uma monografia sobre essa questão e, podem acreditar não citei a reclamação em análise.
Apresentei diversos gráficos e tabelas, comparei o sistema de diversos países de diversos continentes, enfim, o assunto de hoje poderia ser mais um trabalho de conclusão de algum curso.
O metrô sofre, além da superlotação, com o problema da falta de ar-refrigerado nos horários de pico.
A alegação do MetroRio é de que a quantidade de pessoas e o tempo que a porta fica aberta causa essa sensação, afirmam ainda que a refrigeração é padrão.
Realmente, quando você está no Metrô fora do horário "nobre" tem uma sensação de estar no Polo Norte ou algum lugar próximo, mas o mesmo não ocorre no horário de maior concentração de pessoas.
Essa "desculpa" poderia colar se o quadro de funcionário não contasse com Engenheiros das mais diversas especializações.
Sou formado em ADMINISTRAÇÃO  e não ENGENHARIA, mas acredito que qualquer estudante de ENGENHARIA, FÍSICA ou até mesmo MATEMÁTICA poderia fazer uma conta simples:
Se o tempo entre uma estação e outra é de aproximadamente X minutos, e a porta fica aberto em torno de Y segundos, eu teria que ter uma potência Z para manter um ambiente com temperatura W.
Agora vamos a segunda questão do problema, o fator CALOR HUMANO.
Se o MetrôRio transporta por dia K passageiros, divididos em Q viagens, com um quantitativo de R vagões, então eu sei que o total de passageiros é igual à H; e o tempo entre uma estação e outra é de aproximadamente X minutos, e a porta fica aberto em torno de Y segundos, eu teria que ter uma potência Z para manter um ambiente com H passageiros com a  temperatura W.
Daí você trabalha com 3 escalas, máximo, médio e mínimo, e "vu a la", resolvido o problema.
O problema pode até não ser resolvido totalmente, mas já demonstraria um caminho a ser seguido.
Sabe porque não fazem isso, pelo descaso da Administração Pública em fiscalizar essas concessões milionárias.
Tinha esquecido de falar, a esposa do Governador tem um escritório de Advocacia que representa o Metro.
Será que isso se explica?
Mas não estou aqui para julgar a competência de quem, quem tem interesse aonde, estou aqui sim para tentar mostrar que o problema tem solução.
Até a próxima

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Adm. Romulo Magalhães
CRA-RJ 2071032-1

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

De quem é a culpa? Criação x Legislação

Ultimamente tenho acompanhado alguns casos que tem me deixado um tanto entristecido. Filhos matando pais, pessoas maltratando idosos entre outros acontecimentos.

Em contra ponto diversas leis são aprovadas para "proteger" nossas crianças, é a lei da palmada, Lei da violência infantil entre outras.

Daí surge a seguinte questão, quem é o culpado por isso?

Alguns irão culpar os pais, pois esses na condição de tutores não souberam educar corretamente os filhos, porém outro viés aponta para a legislação que tirou dos pais o poder de educar conforme acha correto.

Educação é a ação de desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais, essa é uma atribuição dos pais, porém os condutores da sociedade entendem que educar é moldar o cidadão a gosto da sociedade em que ele vive.

Pode-se não perceber mas nesses dois conceitos então posições completamente opostas.

Educar para os pais vai além de criá-lo apenas para a sociedade, é introduzir princípios corretos, éticos. Enquanto educar para os Legisladores é doutrinar para a vida em sociedade.

Então me esclareça algo: Se eu vivo em uma sociedade violenta eu não posso ter o direito de ser uma pessoa calma?

Tiram-se a autonomia dos pais, e por que querem culpá-los de uma responsabilidade que lhes foi tirada?

A legislação diz que se eu dou uma palmada no meu filho posso ser preso e podem tirar a tutela dele de mim.

Se coloco meu filho de castigo em casa, me acusam de cárcere privado entre outras blasfêmias do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA.

Acho muito engraçado o poder público tirar meu poder de julgamento sobre meu filho e ao mesmo tempo me culpar pelo que ele venha a ser e cometer.

"Minha mãe me batia, meu pai nos abandonou, fui privado de uma infância de fartura, convivia no meio não muito agradável, tive amigos que morreram por causa do tráfico, conheço gente que consome drogas, e nem por causa disso me envolvi com coisa errada.

Dos 4 filhos minha mãe casou 2, formou 3, tem 2 netos, 3 noras e muita história pra contar."

Esse breve relato descreve que apanhar não faz mal pra ninguém.

A legislação quer culpar os pais de algo que ela mesmo esta criando.

Vamos deixar os pais educarem seus filhos e depois avaliar se a educação foi correta ou não, querer fazer esse julgamento prévio só dá margem para aumentar os tipos de violência.

Claro que o excesso deve ser combatido, mas cadê a tal liberdade de criação que meus pais, avôs e todos os antepassados tiveram?



Adm. Romulo Magalhães
CRA-RJ 2071032-1